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curiosidades:

. {quase} todas as camisas do Marcel viram pijamas para mim, que eu roubo sem pestanejar

. a coisa que eu mais gosto do fato de ter a minha casa é quando eu decido, num domingo no meio da tarde, cozinhar alguma coisa diferente, e tenho TODOS os ingredientes (e os utensílios!!!)

. depois de anos e mais anos de luta, eu finalmente parei de roer unha!(que vergonha)

. eu nunca fui numa manicure aqui nos eua, porque custa 40 dólares (72 reais!) para fazer pé e mão

. eu tenho um "master plan" para o inverno, que inclui um casaco de qualquer cor menos preta; gorros, luvas e cachecóis coloridos; esqui; bonecos de neve; blusas bonitas; um sobretudo liiiiiindo; sleding (ou "eskibunda na neve", se preferir); meias e long underwear muito quentes; yoga.

. eu tenho, sim, alunos preferidos (pronto, falei)

. ficar com saudade de comidas brasileiras impossíveis (como um sanduíche de frango com creme de milho, e um suco de maracujá, do marietta - e nenhum outro lugar) não é nada bom. nada!

Alguém mais se habilita? ;)

Comentários

Luisa disse…
você conseguiu parar de roer unha??? ah que emoção.... morro de inveja... um dia eu consigo tb. mas apesar de nunca ter tido muito, eu sempre as fiz... hoje em dia tô me aperfeiçoando na arte de depilar... tá foda ainda... mas vamos ver... =D
xuxu disse…
uma curiosidade...

- finalmente deixei de ler coisas chatas e redundantes da unb e comecei a ler mais livros interessantes. (to lendo cem anos de solidão, mto bom!)

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paredes

quando eu engravidei a gente morava em um apartamento de dois quartos que tinha sido reformado pra ser um quarto só - um quarto bem grande, com uma escrivaninha imensa na ponta, uma amplidão que só vendo. e uma das primeiras coisas que pensamos foi: "o bebê vai precisar de um quarto!" (falo sobre essa ilusão em outro post depois, vamos por partes).

começamos então uma pequena reforma pra levantar a parede e dividir o quarto em dois, e esses dias pensei nessa história e lembrei da angústia que isso me deu. lembro de um dia deitar na cama e chorar, me sentindo claustrofóbica e apertada. acho que na verdade aquela parede, além dos enjoos e da barriga crescendo, materializava a mudança imensa que estava acontecendo, toda a transformação que estava por vir. era uma das primeiras concessões que o meu eu-mãe fazia ao bebê, e acho que me fez pensar em todas as outras coisas que eu abriria mão, em tudo que nunca mais seria o mesmo.

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