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Mostrando postagens de Julho, 2011

Faça você mesmo

Desde que mudamos pro apartamento atual, 1 ano atrás, essa estante de caixas é nosso grande xodó - e das visitas também, que adoram! São baratas, práticas e multi-uso - começaram a labuta na cozinha, antes dos armários chegarem; migraram pra sala, onde guardaram mimos e enfeites, e agora estão também no escritório, com livros e bagunça.

Quer aprender a fazer também? Simbora!

1. A primeira coisa é ir até o CEASA mais próximo e pedir pra alguém umas caixas de madeira. Aqui em Brasília nos cobraram 5 reais por caixa (sempre bom contribuir pra cerveja da galera, hein?!). Pegamos 6 caixas, colocamos com algum esforço no carro e...

2. Com as caixas em mãos, é bom fazer duas coisas de preparação: ver se todos os pregos estão no lugar, martelando os que não estão pras caixas ficarem firmes, e passar um pano pra limpar as caixas também.




3. Depois disso, a etapa poeirenta: lixar bem as caixas! Isso serve mais pra tirar as farpas e pra esfolar os dedos. É gentileza usar uma luva, trust me.

4. Po…

sem as mãos

*post inspirado em uma conversa com a Renata (@tataflorentino).
quantas vezes nessa vida eu me perguntei (e ouvi várias e várias amigas se perguntarem também) por que tínhamos escolhido a pessoa X pra se apaixonar, quando no fundo a gente sabia que não ia dar certo. pessoas comprometidas, enroladas, incompatíveis, difíceis de lidar, don juans e casablancas desse mundo...

eu tenho pra mim que a gente escolhe já sabendo mesmo que vai dar merda errado no final. é como se fosse uma segurança, um terreno conhecido, onde a gente pula já sabendo o tamanho do tombo. como ter uma cordinha de apoio, segurando a gente. como um bungee jump, se a imaginação deixar.

no bungee jump, a gente vai e pula. tem toda a expectativa de subir até o topo, a emoção do pulo e a beleza poética daquele ato tão entregue de se jogar. mas a gente sabe que é seguro. que a cordinha vai segurar, e que a desilusão do fim da queda vai ser suportável (ufa).

difícil mesmo é se jogar em queda livre, com a esperança (sempre…