quinta-feira, 23 de setembro de 2010

simples

Quando decidimos montar acampamento no Brasil por um tempo, e criar mais um cantinho nosso, todo mundo perguntou quando ia ser o chá de casa nova. Quando nós íamos fazer uma festa, um lanche, pras pessoas terem oportunidade de nos presentearem com coisas para o novo lar.

E a gente disse que não ia fazer. Na época, a gente tava mesmo muito sem tempo de pensar, organizar e querer curtir um chá de casa nova. Mas a gente também achava que era mais legal irmos comprando as coisas aos poucos, enfim. Tinham motivos práticos, ideológicos, supernaturais etc etc.

Hoje vi a parte boa disso: tivéssemos feito um chá de casa nova, com lista de presentes, pessoas trazendo jogos disso e daquilo, hoje teríamos em casa, muito provavelmente, um vaso de flores. Daqueles elegantes e chiques, bem bonitos, dados com muito carinho por uma pessoa querida.

Mas aí... se perderia todo o charme do improviso e da criatividade de usar um ex-pote de palmito pra abrigar belezas bem-vindas.



tem vezes que a falta traz coisas boas...

ps: dar desconto para a qualidade da foto, o arranjo tá lindo!
ps 2: tem mais um arranjo em pote de palmito, um em um copo (enquanto o rótulo do pote de azeitona amolece) e duas rosas brancas numa garrafa de vinho. poético.

Um comentário:

Lulu disse...

Gostei das flores, não gosto de azul. E fundo de céu é brega! Hahahaha
:*